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1/9/2010
IESA Óleo e Gás inaugura escritório na Área Continental e vai gerar 300 empregos
 
São Vicente recebeu a primeira empresa da Baixada a ser instalada por conta da descoberta da camada pré-sal de reservas de petróleo. Nesta quarta-feira (1º/9), o prefeito Tercio Garcia inaugurou o escritório onde funcionará a Base Operacional da IESA Óleo e Gás, empresa de grande porte que vai fornecer à Petrobras máquinas e equipamentos pesados. A IESA Óleo e Gás S/A firmou um contrato de cinco anos com a Petrobras no valor de R$ 180 milhões, em vigor desde janeiro deste ano, e está em processo de instalação, em terreno de 30 mil m2, na Avenida Antônio Bernardo, 3.850, na Área Continental de São Vicente, às margens da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega.
Tradicional empresa do setor petrolífero, a IESA Óleo e Gás tem a expectativa de gerar 300 empregos diretos na região até o final deste ano e chegar aos 500 futuramente. A Unidade de Negócio de Exploração e Produção da Bacia de Santos – UN-BS – informa que a IESA ficará responsável pela construção e montagem também dos projetos já instalados na Bacia de Santos, como Lagosta, Merluza e Mexilhão. Depois de avaliar várias áreas na região, a empresa optou por São Vicente, que tem, desde 2005, um projeto de atração de investimentos para o continente.
O prefeito Tercio Garcia deu boas-vindas à empresa e disse que sua expectativa é que a maioria dos empregos venha a ser conquistada por moradores de São Vicente e região. “Considero a vinda da IESA para a Cidade como um sinal positivo do potencial de São Vicente. Minha principal preocupação é capacitar as futuras gerações para conquistar os postos de trabalho que vão surgir na IESA e em outras empresas da área”.
Para tanto, Tercio aproximou todos os programas de capacitação de mão-de-obra já existentes na Prefeitura da direção da nova fábrica. Também colocou os dirigentes em contato com o Senai para que os cursos já em andamento se ajustem às necessidades do mercado que se formará a partir da exploração da camada pré-sal. “A ideia é criar um banco de profissionais que atendam às exigências deste segmento”.
O presidente da IESA, Valdir Lima Carreiro, que veio do Rio de Janeiro, declarou que a empresa pretende expandir-se em São Vicente, a ponto de chegar a 500 empregos. “Para poder oferecer mais vagas, espero ganhar mais contratos. Em Macaé (RJ), a IESA gera mil empregos. Nossa preocupação também é com qualidade, segurança e meio ambiente”.
Vitor Saboya, que representou José Luiz Marcusso, gerente da Unidade de Negócios de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, também acredita que a empresa crescerá na região. Ele informou que a IESA atenderá a planta de processamento de gás em Caraguatatuba.
Prêmios – Considerada uma das melhoras empresas do País para se trabalhar, a IESA recebeu, em 2009, quatro prêmios de responsabilidade social. Ganhou também o quarto lugar no Prêmio “As melhores na gestão de pessoas”, oferecido pelo Hewitt e o jornal Valor Econômico, além de estar na lista das “150 melhores empresas para você trabalhar”, da Revista Você S/A e Exame. Prestando serviços à Petrobras há 12 anos, a IESA conquistou em 2007 o Prêmio Petrobras de Responsabilidade Social para Fornecedores de Engenharia.
Participaram, também, da inauguração do escritório da futura base da IESA na região continental de São Vicente, o diretor operacional Otto Sparemberg; o gerente da base de Macaé, Paulo Duran; o gerente da base de São Vicente, Ronald Máximo; o diretor comercial Augusto Abreu; os gerentes da Petrobras, Alberto Haibara e Aníbal Dimas e dezenas de convidados.

Instituto do pré-sal será na parte insular de SV
São Vicente também abrigará o Núcleo de Estudos Avançados do Mar: um olhar para o pré-sal, mais conhecido como Instituto do Pré-Sal, que será construído em um prédio de oito andares, em terreno de 5 mil metros quadrados, localizado na Avenida Francisco Bensdorp, em frente à Associação dos Funcionários da Cosipa (AFC), na Cidade Náutica, área insular de São Vicente.
O terreno foi doado pela Prefeitura de São Vicente à Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 30 de março deste ano. A expectativa é de que as obras comecem no segundo semestre deste ano e que o instituto entre em funcionamento no primeiro semestre de 2012.
O Instituto do Pré-Sal, fruto de projeto idealizado por deputado da região, entra para a história como o primeiro núcleo de pesquisas do mar integrado do País.
A bancada da região em Brasília conseguiu a liberação de R$ 27 milhões oriundos de emendas parlamentares para a compra de aparelhos para o pólo. É uma conquista conjunta da bancada de São Paulo, que conseguiu aprovar a liberação no orçamento de 2010.
Além do montante liberado, a Unesp entrará com uma contrapartida de R$ 6 milhões para a construção do prédio onde será instalado o centro de pesquisas.
A instituição será um pólo acadêmico de estudos ligados à exploração de petróleo na camada do pré-sal, gás, logística portuária e de impactos socioeconômicos na Região. A iniciativa apresenta uma oportunidade na formação de gerações capacitadas e é importante para aquecer a economia de São Vicente. O intuito é transformar a Cidade em referência quando se trata de pesquisas em pré-sal.
O reitor revelou que o grupo majoritário da acadêmicos da Universidade aprovou toda a instalação do novo pólo, inclusive trazendo junto com o nome da instituição toda a mão-de-obra qualificada para desenvolver diversas pesquisas, produzindo conhecimento para as novas gerações. “Será um pólo pensante que tomará as principais decisões relacionadas às novas pesquisas”.
Espera-se a vinda de 120 professores-doutores de todo o Estado para trabalhar em áreas como meio ambiente, geologia, especialidades marinhas, climatização e outros setores de conhecimento envolvidos direta ou indiretamente com o pré-sal. Calcula-se, ainda, que o núcleo atrairá aproximadamente 5 mil alunos, que irão dar um novo impulso para a Cidade Náutica e região com novas perspectivas hoteleiras e giro de capital.
O prefeito Tercio Garcia resumiu o momento que vive a Cidade com a instalação do núcleo: “São Vicente revela agilidade e compromisso com o desenvolvimento do País. Conseguimos em tempo recorde (junho último) assinar o termo de compromisso entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Unesp, para a liberação de recursos e a abertura do processo licitatório para o início das obras”.
 
 
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