Alunos fazem viagem ao tempo e aprendem a localizar pontos cardeais, sem uso da tecnologia

Norte, sul, leste ou oeste? Estudantes da UE Mário Covas Jr descobrem para onde seguir com um lápis e a posição do sol

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Em um momento em que chegar a qualquer destino está condicionado a aplicativos de localização pelo celular, identificar os pontos cardeais por meio do sol ou das estrelas parece um recurso obsoleto, principalmente para uma geração nascida no século XXI.
Para este grupo que chegou ao mundo na era digital, conhecer métodos utilizados há séculos é um grande desafio.
 
A experiência foi sentida por uma turma da Unidade Educacional Mário Covas Jr, no bairro Parque das Bandeiras - Área Continental do Município. Na última semana de abril, 113 alunos dos 8º e 9º anos tiveram uma aula prática para encontrar os pontos cardeais a partir da sombra de um lápis e posicionar o Planisfério (esfera celeste planificada que deixa à mostra apenas uma parte do céu, visível ao longo do ano em uma determinada região da Terra) para localizar as constelações. 
 
Sob a orientação das professoras de ciências, Giovanna Emmerich e Cleide Santos, a ação realizada na UE Mário Covas está integrada à proposta da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA), que continua com inscrições abertas até o dia 10 de maio. As docentes registraram que “os alunos interagiram muito e adoraram saber como é simples de fazer”. De acordo com Giovanna, “sair da sala, observar e interagir com a natureza e seus fenômenos já é um grande incentivo para estudar e construir o conhecimento juntos”.
 
As escolas interessadas em participar da OBA 2023 podem obter as informações pelo link http://www.oba.org.br/site/
 
Por - Renato Pirauá
 

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