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Santos - São Paulo - Brasil, 25 de junho de 2024.
18/08/2022
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Secretaria de Saúde de SV promove 3º treinamento para médicos e profissionais sobre vírus Monkeypox
Cerca de 30 profissionais da saúde participaram, nesta quarta-feira (17), de treinamento sobre o vírus Monkeypox, promovido pela Secretaria de Saúde (Sesau) de São Vicente, por meio da Diretoria de Atenção Primária à Saúde (DAPS). 
 
A capacitação teve como objetivo esclarecer dúvidas e orientar os profissionais que trabalham nas unidades sobre acolhimento e identificação e procedimentos a serem tomados quando uma pessoa com os sintomas da doença procurar os serviços. 
 
O treinamento foi ministrado pela diretora da DAPS, Paola Bueno de Camargo Canas. Os principais pontos destacados na palestra foram a assistência e a vigilância, fluxos e condutas para os atendimentos dos casos suspeitos, além de coleta de material, armazenamento, monitoramento de contatos e investigação dos casos, assim como, as estratégias a serem seguidas com relação à doença.
 
Na ação, médicos e enfermeiros discutiram sobre os casos confirmados, suspeitos e descartados do Município, e os procedimentos adequados para a coleta das amostras, começando pelo isolamento dos pacientes, o uso dos equipamentos de proteção individuais (EPI's), seguindo para o contato com a Vigilância Epidemiológica e a notificação imediata dos casos.
 
A enfermeira, Daniele Gimenes Martins, destacou o compromisso da Sesau no combate à doença. "Esses encontros vão orientar os médicos e agentes a terem um olhar mais apurado para diagnosticar da maneira correta os pacientes que chegaram nas UBSs, nos hospitais, no Serviço de Atendimento Especializado (SAE), no Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), podendo, assim, agilizar o isolamento desse morador e seguir com o protocolo para detecção da doença".
 
A diretora da DAPS ainda ressaltou a importância da formação. "O treinamento visa expandir a nosso conhecimento sobre vírus e o manejo dos pacientes, primeiro com o atendimento, e tudo que vem depois, como as notificações e o monitoramento. É importante ressaltar também que apesar do nome da doença, os macacos não são reservatórios do vírus, embora o reservatório seja desconhecido".
 
Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Elisângela Silva de Jesus, a transmissão é rápida e perigosa. "O vírus penetra no corpo através de lesões de pele, mesmo que não visíveis. A pessoa se contamina pelo contato próximo dos fluídos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados. Porém, a transmissão atual passa de pessoa para pessoa. Todo cuidado é pouco e precisamos ficar atentos", finalizou.
 
O treinamento sobre o vírus Monkeypox contou com a presença de médicos e enfermeiros da Atenção Primária á Saúde. Também estiveram presentes profissionais  que atuam no Hospital do Vicentino e nas unidades de o Pronto Atendimento Parque das Bandeiras, Humaitá e Crei. 
 
A Sesau realizou nos dias 10 e 29 de junho outros dois treinamentos para os profissionais que atuam em hospitais e na Caixa de Saúde da Cidade. 
 
Como evitar a transmissão da doença: a Sesau alerta para os cuidados que as pessoas devem ter, como higienização das mãos e uso de álcool em gel, evitar o contato íntimo e pessoal com pessoas que apresentem lesões na pele, não compartilhar copos, talheres, roupas de cama, toalhas, objetos pessoais ou sexuais, e o usar máscaras para a proteção da saliva de casos confirmados. 
 
Para o atendimento de casos suspeitos, a Sesau disponibiliza 26 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Estratégias de Saúde da Família (ESF) e três unidades de Pronto Atendimento (Crei, Parque das Bandeiras e Humaitá), que funcionam 24 horas.
 
Por Emerson Nascimento


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