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Santos - São Paulo - Brasil, 22 de fevereiro de 2024.
07/02/2024
NOTÍCIAS
Unidade de Vigilância em Zoonoses fecha janeiro com mais de 9,7 mil visitas em residências da Cidade
 
Altas temperaturas e fortes chuvas são o cenário ideal para a proliferação de dengue. E é por isso que a Secretaria da Saúde (Sesau), por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), tem promovido uma série de ações que visam informar algumas medidas que devem ser adotadas para evitar o surgimento de focos da doença, totalizando no mês de janeiro 9.764 residências.
 
Os principais cuidados são: Não deixar a água da chuva acumulada sobre a laje; caso acumule água em um prato de planta, lavá-lo com escova, água e sabão, pelo menos uma vez por semana; pneus que não estão em uso: secar e colocar em local coberto; colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada; remover as folhas, galhos e tudo que possa impedir a água correr pelas calhas; encher os vasos de plantas até a borda com areia; manter bem tampados tonéis e barris d’água; manter a caixa d’água sempre fechada com tampa adequada; lavar semanalmente com escova e sabão os tanques utilizados para armazenar água; se o ralo não for de abrir e fechar, colocar uma tela. A limpeza do local deve ser feita com cloro e sal grosso no final
 
Segundo a UVZ, os recipientes com mais larvas do mosquito Aedes aegypti foram em pratos de plantas, ralos de quintal (encontradas larvas em 60%  dos prédios vistoriados), plantas na água, plásticos, garrafas e brinquedos no quintal. 
 
Na Cidade, os bairros com maior índice larvário são Boa Vista, Jardim Guaçu, Pompeba, Parque Bitaru, Ponte Nova e Jardim Irmã Dolores. 
 
Nesses casos de maior incidência, a unidade realiza intensificação nos bairros, vistorias a cada três meses, bloqueios em casos suspeitos e confirmados de arboviroses e vistorias a cada 15 ou 30 dias em imóveis cadastrados (escolas grandes, borracharias, pátio de carros, ferro velho, supermercados). Ao todo, 7.802 focos já foram eliminados.
 
“A Avaliação de Densidade Larvária é a Vigilância Entomológica que o Ministério da Saúde solicita que todos os municípios realizem quatro vezes por ano. Os agentes de combate às endemias realizam as vistorias e coleta de larvas em imóveis sorteados (pesquisa randômica) para verificar o nível de infestação de Aedes aegypti. A partir do resultado, direcionamos as atividades de prevenção e controle. Em 20 dias de pesquisa, realizada no mês de janeiro, encontramos larvas de Aedes em diversos imóveis. Todos os criadouros positivados com o mosquito da Dengue foram encontrados dentro das residências”, disse a Responsável Técnica da Unidade de Vigilância de Zoonoses, Giselle Ferreira Azevedo Pinto.
 
Outro dado registrado é que aproximadamente 40% das residências recusam a visita dos agentes de combate às endemias, o que dificulta o trabalho de prevenção e enfrentamento da doença. “Uma dificuldade que temos é com a recusa dos munícipes em receber os nossos agentes. Pedimos a colaboração de todos para conseguirmos realizar nossas ações e dar orientação que vão evitar o surgimento de focos da doença”, complementou a Responsável Técnica da Unidade de Vigilância de Zoonoses.

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