Os alunos das escolas municipais José Meirelles, Nilton Ribeiro e Augusto Saint-Hilaire, vencedores do concurso “Arte e Palavras da Nossa Pátria”, viveram uma manhã diferente e cheia de experiências nesta segunda-feira (15), na Praia do Itararé. Como parte da premiação, os estudantes participaram de aulas práticas de esportes aquáticos, como surf, stand up paddle, canoa havaiana e vela.
A iniciativa proporcionou aos alunos um contato direto com o esporte, a natureza e o lazer, promovendo integração, aprendizado e novas vivências fora do ambiente escolar.
A ação contou com o apoio da Associação de Surf Escola de São Vicente (Asel), o Navega SP de São Vicente e a Meta Canoe Club, que contribuíram para a realização das atividades.
A estudante Victoria Gabriela Silva, de 16 anos, aluna da UE José Meirelles (Quarentenário), contou sobre a experiência.
“Está sendo muito bom, é a primeira vez. Todo mundo está se divertindo, aprendendo e seguindo as regras. Aprender a surfar está sendo incrível, eu gostei muito”, disse.
Já o aluno Ruan Gomes Raposo, da UE Augusto Saint-Hilaire (Catiapoã), também aprovou a atividade.
“É a primeira vez que faço esses esportes e estou gostando muito do que estou aprendendo. Está sendo bem legal”, afirmou.
Para o secretário de Esportes e Lazer, Wanderson Barra, a ação reforça a importância da parceria entre as secretarias municipais.
“O projeto CONEXÃO Esporte e Educação, é a dobradinha que é garantia de sucesso. Nós ficamos muito satisfeitos em realizar esta vivência e proporcionar ao aluno da rede municipal uma manhã inesquecível. Parabéns a todos os envolvidos, e dizer que em 2026 a Sespor e a Seduc continuarão em vários projetos convergindo o esporte na educação e vice-versa”, destacou.
A secretária de Educação, Michelle Paraguai, explicou que a atividade vai além da premiação e terá continuidade. “Aproveitamos a premiação do concurso para trazer os alunos a essa vivência, mas é um projeto que seguirá ao longo de 2026. A ideia é oportunizar que os estudantes ocupem todos os espaços da Cidade, especialmente aqueles da área continental, para quem a praia, muitas vezes, não é uma realidade. Há uma intencionalidade pedagógica, social e transdisciplinar”, afirmou.
A professora de Educação Física da UE Nilton Ribeiro (Japuí), Graziele Amorim Gomes, ressaltou o impacto positivo da iniciativa no processo de aprendizagem.
“É uma vivência muito boa. Estar em contato com a natureza e com esportes diferenciados é algo que a escola, muitas vezes, não consegue proporcionar. Isso agrega muito ao ensino e amplia o repertório dos alunos”, destacou.
Por Maria Fernanda Lopes